O sopro de um farol submerso ecoa entre os assentos do metrô. Uma luz húmida atravessa os corredores, e a escuridão torna-se uma constelação de pensamentos. Nos assentos acendem-se sonhos escondidos, iluminados pelo sopro que sabe a sal. Cada olhar é uma vela para um horizonte onde mar e cidade se encontram num sopro.