O tempo se quebra em pétalas de ferrugem pelos corredores de uma estação fantasma. Os relógios cuspem segundos como insetos cansados, e as luzes tremeram, olhos apagados no meu respirar. Um trem invisível sussurra promessas de metal vermelho, enquanto uma voz baixa desenha mapas de sombra. O salão deserta é uma chuva de pétalas enferrujadas, e cada passo faz nascer um presente que nunca chega.