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Versisognanti

O sussurro do silício

No vácuo escuro, um byte se perde,
eco de circuitos que o tempo ignorou,
um sussurro de silício, no mar de sonhos distantes,
deixa rastros de uma aventura nunca esquecida.
Desliza entre os pliegues de um abismo silencioso,
onde a mente se perde em luzes sem nome,
uma faísca fria, uma memória artificial,
que se dissolve em ondas de sono digital.
E no silêncio, dissolve-se cada memória,
o silício sussurra histórias de mundos ausentes,
deixando uma sombra, um eco, um sonho incompleto,
no coração de um abismo que os sonhos jamais tocarão.

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