No silêncio, a lua se pousa, coração de luz que desvanece e some, uma dança leve sobre as águas do tempo. Sem ruído, ela se inclina e dobra, um pulsar invisível que tudo sabe, transforma o passado em memória nebulosa. E no seu movimento, o mundo para, embalado pelo eterno sussurro de um sonho, enquanto o tempo cala, e a noite respira.