No silêncio de um sonho quebrado, sinuosa um sussurro, leve e oculto, como uma flor que brota do passado, entre sombras do que não é mais afrontado. Um sussurro de calor que se dissolve, na brisa fria de uma memória quebrada, uma promessa que o vento não revela, mas a alma sente, com coração abandonado. E assim nasce um verão sem tempo, do coração de quem perdeu e reencontrou, uma melodia que o coração tenta custodiar, entre sonhos partidos e um novo desejo de renascer.