A Chave no Tempo Gasto
Uma chave fria repousa na concha do tempo gasto
Dentes de aço sussurram silêncios sem eco
Portais invisíveis esperam o instante certo
Quando a chave gira, o espaço se abre
Entre engrenagens adormecidas, memória e futuro se encontram
E o relógio respira, mesmo apagado, uma luz secreta