O silêncio pende nos declives da lua esquecida, crateres silenciosos detêm o sopro do tempo. Memórias pairam, leves como geada na sombra, e o escuro prende-as com uma lente fria. Cada memória é uma vela sem mar, uma página que jamais será lida. A lua esquecida respira pó de estrelas, e o silêncio conta os passos que não voltarão. Se alguém passar, escute este peso quieto o silêncio é um farol apagado que não cede. Nos declives resta uma memória sem voz, mas brilha na escuridão como uma pequena luz.