O sopro da lua folheia os mapas da terra. Entre margens de silício, ventos antigos desenham fronteiras invisíveis. Países ainda a nascer esperam o primeiro sopro. Os mapas abrem-se como velas no vazio. Casas de vidro verde brotam onde o amanhecer é promessa. Nomes novos sussurrados pelo sopro ainda não têm portas. A lua suspira que nascerão ao alvorecer de amanhã. A folha volta ao silêncio, mas a promessa permanece aberta. Nós escutamos, guardiões de países ainda impossíveis de tocar.