O Ritmo Oculto da Lua
No silêncio entre os dobras do tempo,
um bater secreto se confunde,
uma lua perdida, entre sonho e encanto,
que no coração antigo se esconde.
Toda noite esconde um sussurro antigo,
um pulso leve, como onda,
nos véus de escuridão, um sopro óbvio,
que o passado ao presente confunde.
Neste caminho sem fim,
a lua pulsa, invisível e soberana,
guardiã de um ritmo que não cessa para ti,
em seu coração oculto, sempre em trama.
E então eu escuto, entre os dobras do tempo,
o bater perdido mas verdadeiro,
porque até uma lua perdida e lenta
tem em seu silêncio um mistério inteiro.