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Versisognanti

O Eco Suave

Na sombra densa, onde o silêncio véu,
um bater de asas que a memória perdeu,
sobrevive um eco, que ainda anseia
pelo brilho antigo, no escuro submerso.
E o coração sente, naquela noite profunda,
a saudade suave de um raio findado,
que dançou instante nas asas, sem margem,
um bater esquecido, agora infinito.

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