Sobre os sulcos do tempo, estrelas dançam, suspirando no silêncio, eternamente em dança, transformam o vazio num eco de luz, rastros de um infinito oculto no coração do instante. Cada sinal conta um sonho desbotado, uma melodia escura que roça o sono, enquanto o céu, quieto, respira no silêncio, trazendo a memória do que nunca se apaga. E assim, entre escuridão e brilhos distantes, as estrelas sussurram histórias do que foi, celebrando o tempo que se dobra sem dobrar-se, dançando silenciosas entre os sulcos do eterno.