Entre os vincos de um céu extinto, o sonho se desenrola, leve e mudo, dança de silêncio, de sombras em pedra, memórias que se desfazem, fracas e apagadas. Um reflexo fugaz, entre nuvens em pó, gestos de um universo já consumado, sonhos que são o eco de um coração em espera, buscando um amanhecer num céu desfeito.