Canto do Eco Perdido
No vento que roça as folhas, sussurra
memórias de um tempo que não para,
dança leve, roçando a eternidade,
revelando segredos escondidos nos vincos do coração.
O passado se move, invisível e subtil,
entre os ramos abanados pelo sopro do mundo,
deixa rastros de sonhos já distantes,
que o tempo, com seu passo lento, não apaga.